Pular para o conteúdo principal

Agile Brazil 2012

Nesta última semana tivemos o Agile Brazil 2012, em São Paulo. Foi a primeira vez que fui a este evento e foi também de uma forma diferente: como voluntário - também a primeira vez que faço isso.

Foi uma experiência fantástica. Mais do que participar do evento, ver como as coisas funcionam "por trás dos panos" e ajudar é muito bom. Muita coisa dando certo, coisas dando errado, e todo mundo correndo para resolver tudo. Pode não parecer, mas é divertido. E tive oportunidade de conversar com muita gente interessante.

De forma geral, o evento foi legal. Foram três dias de palestras, com cinco salas com agendas lotadas. Tinha muita coisa mesmo, era até difícil de acompanhar todas as opções em alguns momentos. Feliz ou infelizmente, alguns tópicos se repetem em relação a outros eventos. Se por um lado isso é ruim para os mais experientes, é muito bom para os novatos e estudantes e afins.

Acabei assistindo poucas palestras, mas as poucas que assisti foram excelentes. Em especial, o key note do  Khawaja Shams, da NASA, foi ótimo. Ele não chegou a dizer nada de muito novo, mas foi bom ver que práticas que estamos cansados de conhecer, como programação em par, quadros kanban com postits, reuniões diárias etc são usadas até mesmo pela NASA. Para colocar foguetes e satélites... e a Curiosity no ar. Tá bom ou quer mais?

Algum tempo do evento eu "gastei" no stand da Globalcode. Aproveitei para escrever um pouco de código Scala: liguei meu note na TV e deixei lá, enquanto eu codava. Foi legal ver curiosos assistindo e perguntando sobre a linguagem. Imaginem se não me empolguei explicando... =D

Minha conclusão é que o evento foi muito bom. Boas palestras, excelentes oportunidades de networking. O principal contra é o preço - que infelizmente estava salgado. Ano que vêm o evento será em Brasília, então vamos ver como vai ser. Se tudo der certo, estarei lá.



[]s,

----------
contatos:

blog: http://jcranky.com
twitter: http://twitter.com/jcranky
scaladores: http://scaladores.com.br
core scala:  http://www.globalcode.com.br/treinamentos/cursos/core-scala

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

10 reasons why we love JSF

1. One-slide technology: it's so simple that I can explain basic JSF with one slide. 2. Easy to extend: components, listeners, render kit, Events, Controller, etc. 3. Real-world adoption: JBoss, Exadel, Oracle, IBM, ... 4. Architecture model: you can choose between more than 100 different architecture. 5. Open-mind community: using JSF you are going to meet very interesting people. 6. We are using JSF the last 5 years and we found very good market for JSF in Brazil 7. Progress: look to JSf 1.1 to JSF 1.2, JSF 1.2 to JSF 2.0. People are working really hard! 8. Many professionals now available 9. It's a standard. It's JCP. Before complain, report and help! 10. Ed Burns, spec leader, is an old Globalcode community friend! EXTRA: My wife is specialist in JSF. She's my F1 for JSF :) Nice job JSF community! -Vinicius Senger

Facelets ainda mais divertido! Parte II

De volta ao Facelets , na primeira parte mantive o foco na utilização de templates e técnicas de reutilização visando maior agilidade para desenvolver telas com JSF , mas o Facelets vai bem além disso! Nesse post vou comentar e mostrar um pouco sobre a criação de componentes UI (User Interface) usando xht ml - na minha opinião esse é o grande diferencial da tecnologia. Com esse recurso é possível customizar / padronizar componentes usando xhtml + tags JSF + JavaScript + Css, sem código Java. A ideia é bem próxima ao Tag File em uma rápida comparação com JSP (JavaServer Pages), mas no caso do Facelets feito de uma forma ainda mais simples e com aderência a (infra)estrutura do JSF. Vou descrever o mesmo cenário da primeira parte, um sistema composto por vários cadastros ( C reate R ead U pdate D elete). Pensando especificamente em cada formulário, usando como exemplo um rascunho ou protótipo para o cadastro de Fornecedores, podemos assumir o seguinte formato: campos para preenchi...

Globalcode no Facebook

As redes sociais estão em alta faz tempo, diversos artigos e blogs falando sobre a extinção da comunicação via e-mail e as novas gerações dialogando somente através de instant messenger, orkut, facebook, twitter... e nós, jovens de 30 anos ficando ultrapassados ainda viciados naquela nova forma de comunicação, o e-mail! Já faz tempo que entendemos os valores das redes sociais, especialmente do twitter. Fazia tempo que pensamos em investir um tempo para criar as páginas para a Globalcode no facebook. Junto com a Ana Abrantes começamos a criar um usuário Globalcode http://www.facebook.com/globalcode que administra várias páginas! Depois criamos as página para os principais cursos da Globalcode e também para a iniciativa Open4Education, e estamos trabalhando a todo vapor para aumentar a integração com nosso site e com o blog. Colocamos o botãozinho "Curtir" ou "Like" nos cursos, ou seja, a partir da página do curso você pode "Curtir" no facebook nos seus c...

Devo fazer um curso ou ler um livro?

Acredito que todos os instrutores ou professores, independentemente da área, escola ou centro de treinamento, já devam ter recebido essa pergunta alguma vez na vida: devo fazer um curso ou ler um livro? Para responder a essa pergunta, precisamos avaliar os prós e contras de cada opção. Trabalho com treinamento há algum tempo e, hoje, recebi essa pergunta de um aluno. Não adianta responder a ou b sem argumentar, demonstrando as opções conforme a situação do aluno. O conteúdo, a forma de transmissão e a capacidade de assimilação do indivíduo são chaves para haver benefício maior de aprendizado. Tanto em um bom curso quanto em um bom livro, o conteúdo é a premissa básica . Por conteúdo entendemos: se está organizado; se respeita pré-requisitos; se promove o aprendizado guiado e incremental; se aborda de forma satisfatória os principais pontos; se tem bom balanço entre teoria, exemplos e prática (favorecendo exemplos e prática); se tem como premissa a acessibilidade possível (e cabível) pa...

O que é Lógica de programação?

Este é o segundo de uma série de posts voltados aos leitores do blog que estão dando início à carreira de desenvolvimento de software. O assunto de hoje é a lógica de programação. Para ler antes: Entendendo como funciona a programação de computadores: linguagens de programação, lógica, banco de dados A lógica de programação é um pré-requisito para quem quer se tornar um desenvolvedor de software, independente da linguagem de programação que se pretende utilizar. Mas o que é de fato a Lógica de Programação e como saber se eu tenho esse pré-requisito? A lógica de programação nada mais é do que a organização coerente das instruções do programa para que seu objetivo seja alcançado. Para criar essa organização, instruções simples do programa, como mudar o valor de uma variável ou desenhar uma imagem na tela do computador, são interconectadas a estruturas lógicas que guiam o fluxo da execução do programa. Isso é muito próximo ao que usamos em nosso cotidiano para realizar atividad...

Sistema interativo de TV Digital com Ginga-J

No início de 2009, os estudantes de Sistema de Informação do Centro Universitário de Votuporanga ( UNIFEV ), Caio César Pereira de Souza e Rodrigo Gonçalves Constantino me apresentaram uma proposta para que eu fosse co-orientador junto ao professor orientador Djalma Domingos da Silva , em seu Trabalho de conclusão de curso (TCC) com tema TV Digital. A base que motivou o assunto, foi a palestra apresentada por Maurício Leal na I Conferência Java Noroeste sobre o tema TV Digital, realizada em 2006 em Votuporanga-SP. Ficamos muito entusiasmados com a possibilidade de interatividade na TV Digital, e a grande quantidade de possibilidades de desenvolvimento de aplicativos nesta área. Acompanhamos de perto as notícias na imprensa e todo o esforço e iniciativas realizadas pelo Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD) , que organizou e produziu especificações ABNT, normatizando o sistema de TV Digital Terrestre. O foco do TCC foi realizar o desenvolvimento de uma pequena ...